SOBRE
Somos a Base Uma. A interseção entre clareza e execução, entre cultura viva e comunicação que funciona, entre o que a liderança diz e o que o time faz.
Fundada por Yasmin Leite, a Base Uma atua onde poucas empresas têm coragem de olhar: no comportamento interno.Ajudamos líderes a estruturar a cultura, alinhar o time e transformar direção em entrega.
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Base Uma
A Base Uma nasceu do acaso. E de uma inquietação.
Eu estudava branding — naquela época, o termo ainda soava como novidade — enquanto tocava a vida de freelancer como social media há dois anos. Eu queria entregar mais, ser melhor, elevar o nível. Foi aí que tropecei num estúdio que vendia brandbook. Aquilo me pegou.
Nunca tinha ouvido ninguém falar sobre “um documento interno de marca”.
E quando li essa frase em um artigo… eu travei.
“Interno? Como assim? E se eu colocasse o branding dentro da empresa?”
A ideia parecia revolucionária. E eu mergulhei.
Mal sabia eu que aquilo que eu tratava como inovação já tinha nome, estrutura e décadas de estudo: cultura organizacional. E junto dela vinham comunicação interna, endomarketing, employee branding… tudo aquilo que ninguém me contou, mas eu precisava descobrir.
Só que enquanto eu estudava, o mercado olhava pra mim com lentes diferentes:
— “Ela fala sobre liderança?”
— “É RH?”
— “É gestão de equipe?”
— “É branding visual? Posicionamento?”
Era como ser vista de quatro jeitos ao mesmo tempo… e de nenhum.
Isso me corroeu. Porque eu sabia que tinha algo grande, mas não tinha clareza do quê.
E quando você não sabe quem é, o mundo te rotula.
Quando o mundo te rotula, você se perde.
E quando você se perde… você para.
Foi o que aconteceu.
No meio de 2024, depois de meses quebrando a cabeça tentando entender meu próprio trabalho, eu pausei tudo. Fechei agenda. E voltei para o CLT.
Oito meses — oito — investidos tentando “me encontrar”, enquanto achava que estava atrasada para recomeçar qualquer coisa.
Mas outubro de 2025 chegou como um tapa na cara do destino.
Eu reli meus posts antigos.
E pela primeira vez, eu vi o que faltava.
Não era técnica.
Não era estudo.
Não era capacidade.
Era clareza.
O elemento zero.
A base.
E então começou: a reconstrução. Sem medo de admitir o que errei. Sem receio de jogar fora o que não fazia sentido. Sem tentar encaixar meu trabalho em caixinhas que nunca foram minhas.
Em novembro, eu voltei oficialmente.
E dei nome àquilo que me faltou por tanto tempo: Base Uma.
Uma empresa que nasce com uma única e inegociável premissa — clareza é o princípio de tudo.
Porque quando você tem um “porquê”, enfrenta qualquer “como”.
E se a falta de clareza derruba uma pessoa, imagina o que faz dentro de um time inteiro:
Cada um interpretando de um jeito.
Fazendo de um jeito.
Falando de um jeito.
Pensando de um jeito.
O caos aparece primeiro no operacional… e depois intoxica toda a cultura.
Por isso, a Base Uma carrega esse nome:
Se existe clareza, o resto anda.
Se não existe, nada sustenta.
E foi assim — entre acasos, quebras, pausas e retomadas — que a Base Uma deixou de ser uma ideia perdida e virou aquilo que nasceu para ser:
a origem da clareza dentro das marcas.
Valores
1 / CLAREZA RADICAL
Clareza não é “explicar melhor”.
Clareza é tornar impossível interpretar errado.
Porque se existe ambiguidade, existe falha.
E empresa que trabalha com cultura não pode permitir falhas de interpretação.
Por isso, dentro da Base Uma:
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escrevemos brandbooks em linguagem acessível e direta
-
eliminamos jargão, floreio e tecnicismo desnecessário
-
tratamos clareza como critério de qualidade, não como detalhe
-
tudo é revisado até ficar impossível alguém “entender do jeito próprio”
Uma empresa só funciona quando todos entendem a mesma coisa. Quando cada colaborador interpreta de um jeito, você não tem cultura — você tem caos.
Clareza é o valor que sustenta todos os outros.
2 / VERDADE CULTURAL
Eu não digo o que é confortável.
Eu digo o que está desalinhado.
Porque esse é o único jeito de fazer cultura de verdade.
Se a Base Uma suaviza, ela perde autoridade.
Se ela inventa narrativa, ela trai o próprio propósito.
Por isso:
-
somos francos no diagnóstico
-
não mascaramos problema por medo de desagradar
-
não vendemos “melhoria” quando a empresa precisa de “correção”
A Base Uma existe para olhar o que ninguém olha — sem medo da verdade.
A cultura só muda quando alguém mostra o que realmente está acontecendo. E quase sempre… ninguém no time tem coragem de falar.
A Base Uma fala.
Com respeito, mas sem anestesia.
3 / ATITUDE QUE SUSTENTA CULTURA
Intenção não muda empresa.
Rotina muda.
A Base Uma não entrega discurso.
Entrega método, prática, constância e rotina cultural diária.
Internamente, isso também vale:
-
não prometemos o que não sustentamos
-
não criamos processos complexos que ninguém segue
-
fazemos o simples todos os dias, até virar natural
Atitude é a ponte entre missão e resultado.
Ele para de depender de “motivação momentânea” e passa a depender de processo.
E processo muda comportamento.
Comportamento muda cultura.
4 / SIMPLICIDADE ESTRATÉGICA
Complexidade é desculpa de empresa desorganizada.
Simplicidade é o que libera execução.
Porque trabalhar com cultura já é profundo — não precisa ser confuso.
Na Base Uma:
-
reduzimos tudo ao essencial
-
removemos ruído, excesso, etapas inúteis
-
criamos frameworks práticos, aplicáveis, que o time consegue usar
A simplicidade é o que torna o trabalho escalável, duplicável e executável.
Quando a cultura é simples de entender, ela é simples de aplicar.
E quando é simples de aplicar, ela vira comportamento natural.
5 / HUMANIDADE COM FIRMEZA
Liderar é sobre pessoas —
mas não sobre tolerar o que destrói a cultura.
Porque não acreditamos em cultura “açucarada” que ignora problema.
E também não acreditamos em cultura autoritária que sufoca pessoas.
A Base Uma aplica a dupla medida:
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empatia para entender o humano
-
firmeza para corrigir o que sabota a empresa
-
maturidade para diferenciar desconforto de desrespeito
-
respeito sem permissividade
Isso guia tanto sua entrega quanto sua forma de trabalhar.
Aprender a liderar com equilíbrio — nem fraco, nem agressivo.
Coerente.
E coerência sustenta respeito.
Yasmin Leitte
Sou pernambucana e trago comigo a força de quem precisou construir o próprio caminho cedo demais. Me tornei mãe solo aos 17 anos e, ainda na adolescência, dei meus primeiros passos no empreendedorismo abrindo minha própria loja de roupas. Ali, na prática, aprendi o peso das decisões, da responsabilidade e da constância — três pilares que moldam quem sou até hoje.
Em 2023, entrei para o digital como social media. Foi quando mergulhei no branding e entendi uma verdade que mudou tudo: marcas não quebram por falta de design, mas por falta de clareza, direção e cultura. Esse insight virou minha virada de chave.
Hoje sou fundadora da Base Uma — uma empresa focada em cultura interna, brandbook e comunicação comportamental. Meu trabalho existe para líderes e empresas que querem fortalecer sua estrutura interna através da clareza, alinhar seus times e construir uma cultura capaz de sustentar performance, crescimento e reputação.
Minha missão é direta: fortalecer marcas de dentro para fora, oferecendo aos líderes os pilares que tornam uma empresa coerente, funcional e capaz de evoluir sem perder sua identidade.
E minha visão vai além do que o mercado está acostumado a enxergar: quero que cultura interna e brandbook se tornem padrões básicos de gestão no Brasil, elevando o nível das pequenas e médias empresas e profissionalizando a liderança através de clareza e intenção.

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Já a Yasmin fora da Base Uma é simples:
uma jovem de 21 anos, mãe da Yanara e esposa que vive no modo “gaiata” — aquela que ri de tudo, faz piada com o próprio caos e deixa qualquer ambiente mais leve.
Amo um ''docin'', um yoga torto no fim da tarde e um anime para fechar a noite.
Sempre fui a aluna que conversava demais — e não tenha dúvidas: se eu ainda estivesse na escola, meu nome continuaria ecoando na porta da coordenação.
Sou para-raio de desabafos. Todo mundo me procura para falar da vida, e eu adoro ouvir uma boa história (ou fofoca).
Aprecio a vida mansa da cidade, mas trocaria fácil tudo isso para morar no interior de novo. Sou feliz no simples, na vida estável, no silêncio — especialmente pela manhã, porque cresci em um ambiente cheio de brigas, e aprendi a valorizar paz.
Nos encontros de família, sou a famosa “fresca” que não come buchada, toicinho, fígado, coração, nem galinha caipira.
Amo sair sozinha, fazer minhas coisas sozinha e não tenho muito apego emocional a objetos. Minha válvula de escape é cuidar de plantas, dançar e reaprender a viver a liberdade que não tive na adolescência.
Sou nordestina daquelas que todo mundo comenta do sotaque e do jeito de falar — e, mesmo lapidando minha oratória no profissional, carrego minhas raízes com orgulho.
No fim das contas, sou esse combo